Está no ar mais uma edição do Coletânea Artesanal, com o tema Cenas Urbanas. Há dois textos meus nessa edição: Mutações (poema) e Quebra-queixo (conto).
Visite, leia e comente. Ficarei honrado com a sua leitura.
Abraços.
Constantemente recebemos inúmeras informações. Todas interferem em nossa maneira de ver o mundo. E quando a janela abre uma fresta, a luz irradia, transborda e com ela, vão as palavras, os sentimentos, a visão do mundo, emoções, alegrias, tristezas, os risos e os bichos que estão presentes em cada um.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Coletânea no ar e Desabafo no Ibest
Saiu a nova edição do Coletânea Artesanal, a segunda em homenagem à cidade de São Paulo. Sei que minha opinião é tendenciosa, mas essa edição está muito boa mesmo. Participo com dois textos: o poema Sampa (que foi publicado aqui) e o texto Café da manhã, inédito. Acesse o link do Coletânea Artesanal e confira. Presenteie-nos com seus comentários. Eles têm muito valor para nós.
Acesse também o blog do Desabafo de Mãe, onde escrevo semanalmente. Leia os posts e aproveite para votar no Desabafo para o prêmio Ibest. O link está na página do Blog. Olha, dá um pouco de trabalho por causa do cadastro e da validação da senha, mas isso é para evitar fraudes ou repetição de votos com o mesmo login. Pedimos sua paciência e seu voto. Ajude-nos a ter mais destaque na blogosfera. Com certeza, o sucesso do blog deve-se à participação dos leitores.
Obrigado.
Abraços.
Acesse também o blog do Desabafo de Mãe, onde escrevo semanalmente. Leia os posts e aproveite para votar no Desabafo para o prêmio Ibest. O link está na página do Blog. Olha, dá um pouco de trabalho por causa do cadastro e da validação da senha, mas isso é para evitar fraudes ou repetição de votos com o mesmo login. Pedimos sua paciência e seu voto. Ajude-nos a ter mais destaque na blogosfera. Com certeza, o sucesso do blog deve-se à participação dos leitores.
Obrigado.
Abraços.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Texto meu no Coletânea Artesanal
Ontem saiu mais uma edição do Coletânea Artesanal, dessa vez com homenagens (poesias e textos) à nossa grande cidade de São Paulo. O meu texto chama-se Andanças em Sampa:
Andanças em Sampa
Não conseguia dormir. Apesar de esgotado, não conseguia dormir. Virava na cama feito um ponteiro louco de relógio, descompassadamente. É, não ia ter jeito mesmo, teria de sair um pouco e espairecer. Mas não queria encontrar ninguém, não queria ir a nenhum lugar específico...
Pode ser conferido na íntegra lá no blog. Acessem, visitem e comentem.
Abraços.
Andanças em Sampa
Não conseguia dormir. Apesar de esgotado, não conseguia dormir. Virava na cama feito um ponteiro louco de relógio, descompassadamente. É, não ia ter jeito mesmo, teria de sair um pouco e espairecer. Mas não queria encontrar ninguém, não queria ir a nenhum lugar específico...
Pode ser conferido na íntegra lá no blog. Acessem, visitem e comentem.
Abraços.
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