
Constantemente recebemos inúmeras informações. Todas interferem em nossa maneira de ver o mundo. E quando a janela abre uma fresta, a luz irradia, transborda e com ela, vão as palavras, os sentimentos, a visão do mundo, emoções, alegrias, tristezas, os risos e os bichos que estão presentes em cada um.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Espetáculo Vinícius de Moraes – Soneto de uma Paixão
Vinícius de Moraes – Soneto de uma Paixão
22/09 – quarta às 20h – estreia, para convidados - VIP


quinta-feira, 29 de julho de 2010
Passarinhos
Manoel Gonçalves
(este poema foi feito em homenagem ao amigo Ricardo Rodrigues (http://solasdevento.blogspot.com/ ou http://www.circominimo.com.br/), pela beleza de sua obra cênica no teatro circense - ou teatro físico -, após ver uma foto de um dos espetáculos que apresentou, ao lado de outra atriz do gênero. Tudo isso a uns bons metros do chão).
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Lançamento do livro Cira e o Velho, de Walter Tierno

sexta-feira, 21 de maio de 2010
Outono Particular
Vento do passado
Morno e úmido ou gelado
Mexe a frondosa copa em mim
Conturba a paz dos galhos
Bagunça todo o gramado
Do meu confortável jardim
Folhas soltas, rotas
Bailando, flutuam marotas
Retorcidas e livres no ar
Por mais que sejam sopradas
Rodopiam, param, mergulham
E voltam como que programadas,
Aos meus pés, pra descansar
Folhas passadas, vividas
Folhas caídas, excluídas
Algumas arrancadas, velhas, ressequidas
Outras acidentadas e sem querer, perdidas
São fatos, são momentos
Palavras ditas e ouvidas
Instantes perdidos no tempo
Fases bem ou mal vividas
E que juntas ali no chão
Não expressam tudo de mim
Nem dizem que chegou o fim
Mas servem para entender
Que as folhas velhas que caem
São vivas e nunca morrem
São fontes ricas de saber
As folhas que ali vão sucumbir
Adubarão a terra e vão nutrir
Folhas novas que vão nascer
Manoel Gonçalves
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Morro abaixo
A dor transborda
Comoção jorra
Prantos
Lá e cá
Lágrimas rolam
Tudo é marrom
Tudo é cinzento
E no fim a escuridão
Para alguns ainda há luz
Talvez no fim do túnel
Talvez a que procura os entes
Que imagem sem graça
Mais uma terrível desgraça
Que foto sem cor...
Que texto sem sentido...
Chocante instantâneo da dor
Olhos sem fundo, caídos
A cabeça aturdida
A alma doída
A alegria ferida
A vida sofrida
A esperança... perdida
Até quando esse quadro desumano?
Ninguém cansa de apertar review e play?
Queria saber a saída, mas não sei.
Queria que não fosse assim
Queria que houvesse resposta
E que vidas não fossem descartadas
Junto com casas desabadas
Soterradas pelas encostas
Queria um pó de pirlim pim pim
Pra ver se haveria outro fim
Se as pessoas ficariam vivas
Com suas famílias, festivas
E com esse incrível pó mágico
Pediria um futuro menos trágico
Que todo esse caos fosse o sonho
E não as coisas que aqui contraponho
Manoel Gonçalves








