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terça-feira, 20 de maio de 2008

As quatro estações

Em meu peito-criança
Carrego a doce lembrança
Do riso que vai na distância
Da minha saudosa infância

Em meu peito-adolescente
Carrego ainda latente
Um coração sonhador
Que cria versos, canta amor

Em meu peito-adulto
Aquilo que não sepulto
A inocência de gostar
Da brisa morna do mar

Em meu peito-idoso
Carrego sempre orgulhoso
A infindável esperança
Pulsante de uma criança


Manoel Gonçalves

3 comentários:

Anônimo disse...

Manoel, estou passando por aqui para retribuir sua visita e conhecer um pouco do seu trabalho. Como você, eu tb tenho a "cara de pau" de escrever... é um vício, não acha? ahahaha... Só não tenho o seu talento para poesia!
Um grande abraço
jairo marques
http://assimcomovoce.folha.blog.uol.com.br

Anônimo disse...

Cadê a atualização? ahaahha
abs
jairo marques

Manoel Gonçalves disse...

Obrigado pela visita, Jairo. Atualização, né? Pois é, 2+2 só dá 4 na matemática que é exata e não tem nenhum porém. rsrs. Atualização diária sem chance, mas tento fazer com o menor intervalo, mesmo que ele demore alguns dias (hehe).
Abraços.