Da bela foto de Luiza Maciel Nogueira surgiu a inspiração para o poema abaixo. E assim caminha a arte, captando o que é belo da natureza, perpetuando, inspirando transformações e novas criações para, quem sabe, inspirar e modificar outros, outras realidades, ou simplesmente, embelezar e servir de alento ou contemplação.
Constantemente recebemos inúmeras informações. Todas interferem em nossa maneira de ver o mundo. E quando a janela abre uma fresta, a luz irradia, transborda e com ela, vão as palavras, os sentimentos, a visão do mundo, emoções, alegrias, tristezas, os risos e os bichos que estão presentes em cada um.
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quarta-feira, 6 de setembro de 2017
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Sofia, a joaninha
Um
gesto simples
Sorriso
ingênuo
Puro e
cativante
De quem
ri de si mesmo
Ri dos
e para os outros
E das
belezas do mundo
A mão
que se acaricia
Os
braços que amarram
Que se
fazem presentes a todos
Dos
olhos não surgem lágrimas
Não só
bailam as escuras pupilas
Explodem
alegres super-novas
E
calorosos raios solares
Bendita
seja, ó Natureza,
Por ter
criado algo tão belo.
Manoel Gonçalves
(para a minha joaninha, que brilha e encanta todos os dias em meu jardim)
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