Constantemente recebemos inúmeras informações. Todas interferem em nossa maneira de ver o mundo. E quando a janela abre uma fresta, a luz irradia, transborda e com ela, vão as palavras, os sentimentos, a visão do mundo, emoções, alegrias, tristezas, os risos e os bichos que estão presentes em cada um.
domingo, 29 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
Prazer
Ser em tu
A po
E sia
E só
Solo
Solene
Na tu
A pele
Nasce
Ente
Enterrar
A boca
Ar
dente
E mi
nha lín
gua
Dor
Mente
mente
mete
me
te
e quente
esquente
ar quente
ar queada
ar mado
amados
amandos
ar fandos
dados
fa dados
em dedos
em lábios
em laços
Lascivos
Só rindo
Sorri indo
Só
Indo
Vindo
Rindo
Manogon
A po
E sia
E só
Solo
Solene
Na tu
A pele
Nasce
Ente
Enterrar
A boca
Ar
dente
E mi
nha lín
gua
Dor
Mente
mente
mete
me
te
e quente
esquente
ar quente
ar queada
ar mado
amados
amandos
ar fandos
dados
fa dados
em dedos
em lábios
em laços
Lascivos
Só rindo
Sorri indo
Só
Indo
Vindo
Rindo
Manogon
domingo, 16 de agosto de 2015
sábado, 8 de agosto de 2015
domingo, 12 de julho de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
À deriva
Imagem sugerida por TaniaContreiras Arteterapeuta, retirada da web, sem crédito marcado, que deu origem a esse poema:
À deriva
Se o barco flutua no céu
Deixem que meus pensamentos
Sejam peixes ornamentais
Daqueles que encantam
E pairam em águas celestes
À espera de pescadores
De versos e sentimentos
Multifacetados e coloridos
Daqueles que hipnotizam
E fazem se perder
Em turbilhões atemporais
Confusão entre o quase e o agora
Entre presente, passado e futuro
Que minhas pulsações
Oxigenem os fluídos
E mantenham vivo o navegar
Que meu barco continue
Assim, vagando
Sem rumo, sem prumo
À deriva
Manogon
À deriva
Se o barco flutua no céu
Deixem que meus pensamentos
Sejam peixes ornamentais
Daqueles que encantam
E pairam em águas celestes
À espera de pescadores
De versos e sentimentos
Multifacetados e coloridos
Daqueles que hipnotizam
E fazem se perder
Em turbilhões atemporais
Confusão entre o quase e o agora
Entre presente, passado e futuro
Que minhas pulsações
Oxigenem os fluídos
E mantenham vivo o navegar
Que meu barco continue
Assim, vagando
Sem rumo, sem prumo
À deriva
Manogon
Moda Suicida
Imagem sugerida por TaniaContreiras Arteterapeuta, sem crédito marcado, que deu origem a esse poema:
Moda Suicida
Lobo já vestiu cordeiro
Diabo já usou Prada
Mas a Fúria solta na estrada
Zombeteia toda curvada
Em roxas galochas usadas
É vil a ave de rapina
Aproveita-se da inocência menina
Descansa de jeito servil
Nas mãos carrega gentil
A fatalidade do fuzil
Trans-figuração
Da lagarta que não voou
De tão borbo-lenta
Fugiu-lhe a esperança
Sobrou a imagem violenta
Para a pobre criança
Adeus sonhos de infância
Ódio, sobrevivência, vingança
Terror, morte, ganância
Embrulho no estômago
Riso nervoso e ânsia
A borboleta vai faceira no ar
Procurando outra vítima para pousar
Manogon
Moda Suicida
Lobo já vestiu cordeiro
Diabo já usou Prada
Mas a Fúria solta na estrada
Zombeteia toda curvada
Em roxas galochas usadas
É vil a ave de rapina
Aproveita-se da inocência menina
Descansa de jeito servil
Nas mãos carrega gentil
A fatalidade do fuzil
Trans-figuração
Da lagarta que não voou
De tão borbo-lenta
Fugiu-lhe a esperança
Sobrou a imagem violenta
Para a pobre criança
Adeus sonhos de infância
Ódio, sobrevivência, vingança
Terror, morte, ganância
Embrulho no estômago
Riso nervoso e ânsia
A borboleta vai faceira no ar
Procurando outra vítima para pousar
Manogon
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